O mundo contemporâneo não respira apenas oxigênio. Respira, também, uma profusão de linguagens, como nenhum outro momento histórico.
O desenvolvimento da Internet, sobretudo das redes sociais, trouxe alterações profundas. Não somos mais somente pessoas físicas e jurídicas. Transformamo-nos em agentes e reagentes linguageiros em um mundo, cada vez mais, encastelado por narrativas.
O livro, Semiologia do Imaginário, de Roberto Ramos, busca compreender o mundo contemporâneo, por intermédio dos signos, que circulam, diariamente, no território do cotidiano.
Com a Semiologia, de Roland Barthes, como aporte teórico, a obra possui um objeto de estudo significativo. É o Imaginário, em suas múltiplas pronúncias, nos mundos da literatura, do cinema, da mídia e do mundo acadêmico. Empreende uma excursão semiológica nos ambientes e cenários das linguagens, que respiramos a cada momento.