Querido Diário — enquanto doía é um livro escrito com a alma exposta e o coração em carne viva. Uma quebra de silêncio, um protesto, um ato de resistência.
É sentimento colocado no papel num tempo em que nem eu mesma sabia direito o que sentia, só sabia que precisava ser salva. E então eu fui.
Misturando diário terapêutico, poesia, fics, cartas e desabafos, mergulhei nas minhas dores, paixões e recomeços com coragem e beleza.
São textos íntimos, mas legítimos,— que nasceram entre crises e cafés frios (por que diabos meu café sempre esfria?) e que agora se transformaram em páginas de acolhimento para quem já sentiu demais.
Mais do que contar uma história, este livro convida à identificação com a saudade, com a raiva, com o amor que não coube. Com a menina que teve que virar mulher no meio do caos, e que, unindo autenticidade, um toque de humor e vulnerabilidade, fez disso um chamado ao sentir…
Para quem quis muito fugir, mas ficou — e, entre loucuras, inseguranças e sonhos,nunca desistiu de contar essa história.
Escrever foi meu jeito de ser.
Dizem que sou louca. E daí?