"Trata-se de uma referência fundamental para quem deseja compreender as tensões, os desafios e as potencialidades do pensamento crítico negro nos Estados Unidos, e também de instrumento analítico interessante para refletir o caso brasileiro. O livro não apenas examina a condição do intelectual negro no início dos anos 1990, mas também oferece reflexões que se mantêm urgentes, como a necessidade de um engajamento político consistente, o uso de uma linguagem acessível que dialogue com as comunidades periféricas e a intersecção entre teorias de raça, classe, gênero e espiritualidade.
Partindo o pão é texto teórico de alto nível e um chamado ao engajamento, à autocrítica e à colaboração entre academia e movimentos sociais."Márcia Lima