Por mim, continuarei a habitar a minha casa de vidro, onde se pode ver a toda a hora quem vem visitar-me, onde tudo que está suspenso dos tetos e das paredes perdura como por encanto, onde repouso à noite entre os lençóis de vidro, onde quem sou me aparecerá, mais tarde ou mais cedo, gravado a diamante. (André Breton)