Nina não queria fazer balé. Ela queria fazer caratê, por mais que seus pais insistissem que aquilo não era coisa de menina. Afinal, como ela iria dar o troco no Hiro, aquele moleque atrevido que puxou sua cadeira na escola? Por uma coincidência da vida, a professora de balé que eles escolheram para a filha tem uma avó que sabe caratê. É assim que ela começa a aprender, como num passo de dança, sobre essa arte milenar, que vai muito além de saber lutar.