Durante o governo de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), o regime militar adotou uma postura fortemente anticomunista. A repressão aos movimentos de esquerda e aos opositores políticos foi intensificada, com o uso de censura, perseguições e tortura. O governo justificava essas ações como necessárias para combater a ameaça comunista e manter a ordem.