O trabalho escravo nas fazendas de café foi uma prática comum no Brasil até a abolição da escravidão em 1888. Os escravizados eram responsáveis pelo cultivo, colheita e processamento do café, enfrentando condições de trabalho extremamente duras e desumanas. A exploração do trabalho escravo foi um dos pilares da economia cafeeira, gerando riqueza para os proprietários de terras e perpetuando a desigualdade social.