Ela é conduzida ao Grupo das Marias: Maria das Dores, Maria Auxiliadora, Maria José... É o ano de 2021. Essas mulheres são convidadas a repensar suas histórias, sem saber que estão compartilhando um destino comum. Conversam, concordam e discordam sobre temas que atravessam a vida de todas/os nós. Maria, apenas Maria mesmo, é a protagonista.
A história contada sobre ela começa em 1968, quando, casada, grávida e mãe de um filho de um ano e meio, muda do interior de Minas Gerais para o interior de São Paulo. Eles vão em busca de um trabalho que lhes permita construir um futuro promissor para os filhos.
O adoecimento de seu filho e a deficiência decorrente obrigam Maria a rever seu mundo e seus valores. A busca por independência financeira abre caminhos para ela voltar a estudar, fazer artesanato e, simultaneamente, cuidar dos filhos. Problemas com o marido levam à separação. Maria enfrenta desafios pessoais e sociais que fizeram parte da vida de mulheres por décadas.
Nesse caminho, descobre e escolhe o amor e a possibilidade de perdão.
É um livro que fala de perdas, renascimentos e da importância do apoio comunitário e entre mulheres.