Nesse volume a história traz um pouco sobre Ayel Alvorada, um bárbaro que se vê sendo obrigado a deixar o campo de batalha e as guerras tribais de lado, pois precisa assumir um reino por conta da morte do seu irmão mais velho. As intrigas desafiadoras e as brigas por burocracia parecem mais perigosas que os saques e invasões que ele e o seu bando bárbaro faziam. Em um mundo onde a força bruta sempre foi sua maior aliada, Ayel se encontra preso em um labirinto das cortes reais, onde cada palavra pode ser uma facada nas costas e cada aliança uma armadilha mortal. Os salões gigantescos do palácio ecoam com sussurros de traição, enquanto os conselheiros que deveriam guiá-lo tramam nos bastidores para minar sua autoridade. O sangue que corre em suas veias clama por batalha, mas o trono exige estratégia, paciência e uma sabedoria que ele ainda precisa aprender. A cada manhã, ele se vê diante de um novo desafio, seja uma rebelião nas fronteiras ou uma conspiração nos corredores do castelo. Os olhares desconfiados dos nobres o seguem por todos os cantos, e ele sabe que qualquer passo em falso pode custar não somente sua coroa, mas também sua vida. A coroa pesa mais do que qualquer elmo de guerra, e cada decisão pode determinar o destino de todo um reino. O bárbaro que outrora conquistava terras com espada e machado agora precisa dominar a arte da política, ou verá tudo que seu irmão construiu desmoronar em suas mãos.