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Salve o matriarcado - Manual da mulher búfala

Salve o matriarcado - Manual da mulher búfala

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Sinopse


Neste livro, Mãe Flavia Pinto busca mostrar a todas as mulheres – cis ou trans – como reconhecer as diversas formas de machismo e opressão perpetuadas, ao longo dos anos, por uma sociedade paternalista que busca, de todas as formas, apagar o papel social feminino, notadamente o das mulheres negras.  Para tanto, Mãe Flavia revisita autoras e autores, desde as comunidades matriarcais africanas até os dias atuais no Ocidente para, de forma simples e direta, debater os micromachismos diários aos quais todas as mulheres são submetidas e ensinar como podemos identificá-los.  A partir de análises históricas e sociológicas sensivelmente construídas pela autora, que se embasa em suas práticas ativistas e experiências de vida, esta obra apresenta propostas potencialmente transformadoras para essa identificação.  É fundamental que a mulher inicie um processo de interrupção desses ciclos de violência impostos pelos sistemas econômico, político e social vigentes e que resgate seu papel matriarcal ancestral. Combater os machismos diários que atravessam e destroem gerações é tarefa de todas, todos e todes.  Pelo resgate do matriarcado roubado! Pela vida das mulheres! Sejamos todas mulheres búfalas!

Autor

Mãe Flavia Pinto, formada em Ciências Sociais pela PUC-RIO, é pós-graduada em Gestão Pública Metropolitana pela ENAP e especialista em Políticas Públicas de Gênero na América Latina pelo IPPDH e em Mercado de Trabalho e Direitos Humanos pela UFRJ. Atualmente, é mestranda em Sociologia Política no IUPERJ. Em 2016, foi coordenadora de diversidades do Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (CEPLIR-RJ). Em 2018, exerceu o cargo de coordenadora de diversidade religiosa da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (RJ). Foi membro do Comitê Nacional de Liberdade Religiosa (2015-2019). Em 2011, recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, entregue pela presidenta Dilma Rousseff, e, em 2015, o Prêmio de Cultura Heloneida Sudart da ALERJ. Atua como palestrante e coordenadora de assistência religiosa no sistema prisional feminino. É autora dos livros "Umbanda religião brasileira: guia para leigos e iniciantes" (Pallas, 2014) e "Levanta, favela!: vamos descolonizar o Brasil" (Conexão 7, 2019).